Campanha “UM LAÇO, UM ABRAÇO”

O suicídio é um fenômeno complexo, cheio de estigmas e tabus, é um problema sério e real e muitas vezes nos tornamos omissos frente a ele. Segundo a Organização Mundial da Saúde, em média 800 mil pessoas em todo o mundo cometem suicídio por ano, sendo a segunda maior causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos de idade. A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo. Estes números estão bem abaixo de indicadores de tentativas de suicídio.

O jogo “O outro é parte de mim”, busca trazer conhecimento sobre o tema: suicídio, explanando de forma objetiva e lúdica alguns pontos relevantes da temática e sensibilizando os participantes a terem comportamentos mais empáticos diante de pessoas que apresentam sinais.

Para participar desta ação e disseminar ainda mais informações sobre o assunto gerando sensibilização em outras pessoas, basta entrar em contato com a G10 Concreto que verificaremos um horário e iremos até seu grupo.

O jogo pode ser aplicado considerando as informações abaixo:

  • Locais indicados: Instituições privadas ou públicas, Instituições de ensino, Igrejas e outros;
  • Público: Homens e Mulheres com mais de 15 anos, alfabetizados;
  • Quantidade: Grupos de no mínimo 10 a no máximo 15 pessoas;
  • Duração da atividade de em média 1 hora e meia.

*Não há qualquer custo com a aplicação, podendo a instituição ficar com uma amostra do jogo para reprodução da ação com outros grupos. A doação dos jogos nos locais visitados respeitará a disponibilidade em estoque.

OBJETIVO DO JOGO

  1. Estimular a empatia para que as pessoas consigam “perceber” familiares e/ou amigos que se encontram em situações de tristeza profunda e vulnerabilidade frente ao suicídio;
  2. Sensibilizar as pessoas a compreenderem o real aspecto deste problema, não sendo ele “drama” ou “simulação”.
  3. Divulgar canais de estimulo a vida, que possam dar respaldo as pessoas nessa situação.

Venha com a gente, vamos criar um laço e espalhar essa causa por ai! Um laço, um abraço!

É preciso empatia para ouvir algo muitas vezes silenciado.

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